Punição no expediente: “-Sim Senhor!” Parte 2

Estamos a alguns momentos conversando sobre diversos assuntos, até parece que nada aconteceu, que tudo foi um sonho, algumas horas atrás este homem me fez gozar feito louca em sua mesa do escritório.Não foi um sonho.

Ele finalmente para em um estacionamento de um restaurante no centro da cidade. Ele abre a porta e me dá sua mão. E segurando meu braço me conduz ao interior do lugar.

A decoração é moderna, bem clean. Ele se vira para mim e me pergunta:

– Esta com fome menina?

Eu nem consigo pensar em comida, estou tão confusa, tão seduzida por aquele seu olhar, sua boca deliciosa, me pego sorrindo e ele me encarando com um sorriso ainda maior deve estar lendo na minha testa que estou lembrando os nossos momentos no escritório. Então meio sem jeito respondo:

– Não obrigada, não conseguiria comer agora.

Ele educadamente me leva ate o bar, sentamos em uma mesa no fundo; na segunda parte do bar de onde tínhamos uma boa visão de tudo.

O garçom chega e nos pergunta o que queremos beber, ele me olha seriamente e em seguida diz ao garçom.

– Vamos beber uma Champagne Moët Chandon Ice Impérial, obrigado.

 

Bom, o gosto dele para bebidas me atrai, adoro esta champagne. Mas não consigo entender o porquê de uma bebida tão especial aqui neste momento comigo. Ele pega minha mão e segura nas dele e me diz:

– Temos que comemorar menina, afinal tem tempo que quero ir mais longe contigo, te conhecer melhor, te fazer MINHA por completo. E hoje falaremos disto e sei que chegaremos a um acordo prazeroso para ambos.

Eu fico sem jeito, masé exatamente isto. Eu sempre o desejei, sempre, mas não queria dar o braço a torcer. Tanto que não consegui me envolver com mais ninguém depois do meu ex, porque estava focada no Antony, meu chefe, meu delicioso BOSS, (risos).Eu me recomponho das ideias pervertidas e respondo:

– Acho que não é necessário Antony, eu confesso que tenho atração em você já algum tempo, mas não precisamos oficializar nada, afinal temos que nos conhecer e…

Ele solta minhas mãos segura meu queixo e olhando nos meus olhos diz:

– Primeiramente minha deliciosa Karen. Você já me pertence e deu provas suficientes para isto, apenas não admitiu para si mesma. Segundo esta atração que temos vai alem do físico, vai além do sexo e você sabe muito bem disto moçinha. E precisamos falar sobre o que estamos construindo sim, eu não digo que vou te encoleirar agora, você melhor do que eu; sabe que não funciona assim, mas ainda estou negociando contigo, e vou e quero ouvir seus limites, suas dúvidas, seus medos. E em cima disto tudo vamos fazer nossos ajustes e cresceremos com esta relação tornando algo que será prazeroso a ambos. Hoje vamos nos conhecer melhor e vamos terminar o que começamos no escritório, ou você já mudou de ideia?

 

Eu olho assustada, mas meu corpo reage de excitação, engulo seco, mas antes que eu responda chega nossa champagne, o garçom nos serve e ele levanta a taça para um brinde, eu retribuo e ele me diz:

– A você minha doce Karen que em breve será minha por completo.

Eu tento relaxar, parecer que nada esta me causando aquele efeito, mas esta difícil. Dou um sorriso nervoso e degusto daquele aroma refrescante e frutal da bebida. Aquela folha de hortelã dá um toque especial dentro da taça, tornando o sabor delicioso, é refrescante, mas nem todo o gelo da taça esfriaria meus pensamentos.

Ele percebe, me lê de uma forma que me enraivece. Eu nunca tinha visto ele por aquele ponto de vista, seu olhar sagaz me fitando, me analisando enquanto bebe lentamente sua bebida, seus lábios me deixam hipnotizada. Até que ele sarcástico me diz:

– Sabe Karen, você deve estar com amnésia, estranho isto em você, logo você, sempre tão prestativa, sempre tem tanto a dizer, agora está em um silencio profundo e não me respondeu sobre o fato que temos que terminar o que começamos no escritório, lembra que você me implorou para eu entrar dentro de você?

Pois bem menina, teu Senhor está cada vez mais excitado, ao ver este seu decote, ao lembrar teus mamilos duros em minha boca, do sabor do teu suco em meus lábios. Vou me saciar quando estiver matando minha fome de ti, entalado dentro do teu corpo.

Eu tremo tanto com suas palavras, meu íntimo dá sinais e eu languidamente com uma voz baixa e seca respondo:

– Eu ainda preciso sentir Antony.

Ele sorri. E pausadamente continua:

– Sim mas temos que nos falar mais, os teus limites, os meus limites, o que você espera desta noite.

Eu concordo e ele continua dizendo que pratica tudo dentro do São Seguro e consensual. Que não curte nada que envolva objetos cortantes. Que não pratica nada hard. E eu concordo com tudo, pois também não sou hard.

Ele sorri, e continua durante nossa degustação da chamapagne a falar de sua vida sexual, BDSM e baunilha e eu vice versa, descobrimos muito em comum, quando ele serve nossa última taça, deixando a garrafa vazia, ele me diz:

– Hoje faremos algo apenas para saciar nosso desejo, não será uma sessão visto que eu consumi álcool e não faria nada em estado elítico contigo menina. Mas garanto que será um deleite ter você sob meus cuidados. Eu dou um sorriso e ele beija minha mão.

Terminamos a bebida, ele paga a conta e voltamos para o carro, ele abre a porta para mim e quando entra vai logo me dizendo.

– Se em algum momento você mudar de idéia, me diga e te levarei para casa.

Ele me ganhou ainda mais, me respeitar, não ser somente a vontade dele. Então eu respondo:

– Quero muito estar com você Antony

Ele dá uma risada e me diz:

– Hoje você vai aprender a me chamar de Senhor como eu mereço menina!

Me dá certa fúria no seu jeito arrogante, nem parece o cavalheiro de poucos minutos antes.  Mas resolvo ficar calada porque até arrogante ele é sexy e estou queimando de desejo por ele.

Ele dirige sem dizer muito do que vamos fazer, tenta focar em outros assuntos, até chegarmos ao motel, ali ele me faz um sorriso safado e toca meus lábios de uma maneira tão sensual que solto um gemido.

Ele escolhe uma das melhores suítes. Entrando na suíte percebo que tem acessórios BDSM, lógico não poderiam faltar.

Ele me abraça me beija e senta no sofá. Olha-me nos olhos de uma maneira autoritária e deliciosamente sexy me diz:

– Agora minha deliciosa menina, tire suas roupas lentamente e me olhe.

Eu tremo com a proposta, mas resolvo entrar no jogo não quero demonstrar fraqueza, pelo contrário vou mostrar que ele não está me dominando como ele pensa.

Tento me concentrar na musica que invade o ambiente…

Eu me posiciono na sua frente e vou tirando lentamente a camisa de dentro da saia, tiro o sutiã, e seus olhos me queimando, tiro a saia, pois a calcinha eu já não as tenho visto que ele as destruiu no escritório. Ele já tirou a camisa e vejo que ele libertou sua ereção que está ali imponente. Eu em pouco tempo estou nua por completo e quando vou tirar os sapatos ele me impede. Faz-me um sinal de ir até ele, me faz encaixar no seu colo, mas não me penetra, ele puxa meu cabelo, invade minha boca em um beijo, e suas mãos castigam meus mamilos, eu tremo, estou com medo de gozar desta forma de tão excitada que estou. Ele percebe e desce uma de suas mãos me tocando o intimo, quando percebe o quanto estou banhada, ele me levanta um pouco e alcança uma camisinha em seu bolso, eu o ajudo a colocar em seu pênis que neste momento está muito ereto sob minhas coxas, ele novamente me puxa de contra ele, suga meus seios de tal forma fazendo tanta sucção nos mamilos que gemo de dor e prazer, ele não espera nada e sem aviso me invade em uma estocada que me faz soltar um grito e abraça-lo instintivamente.

Ele começa os movimentos, sempre mais rápido, segurando meus quadris com força, suas unhas penetram a minha carne, e seu hálito quente em meu ouvido soltam as palavras que foram cruciais:

– Agora estou dentro de você MENINA, e daqui só sairei depois que tiver a certeza que você é completamente minha, de corpo e alma.

Gemo. Ele beija meu pescoço alisa minhas costas e para seus movimentos, eu estou tremendo e gozando sem parar em sua ereção. Ele me olha nos olhos e parece se deliciar com meu corpo tremulo sobre o seu, com minhas entranhas em contrações ritmadas em torno de sua ereção que fica cada vez mais dura e cresce dentro de mim. Ele invade minha boca e me diz:

– Isto, goza para mim menina, seu gozo me pertence e você sabe. Quantas vezes você gozou pensando em mim me diz?

Eu estou em êxtase, mas parece que sua pergunta é inevitável de ser respondida e respondo tão naturalmente que me espanto.

– Gozei várias vezes pensando em ti. Até mesmo no banheiro do escritório.

Ele sorri. Me abraça forte, brinca com meus seios, ele empurra meu corpo para trás e sua mão procura alcançar meu grelinho, e quando o encontra o castiga sem dó me dizendo:

– Pois eu gozei varias vezes pensando em ti cadelinha, em te pegar na mesa do escritório te esculachar a bunda e te mostrar quem manda. E depois te possuir como estou fazendo agora, te fazer gemer e me pedir por mais.

Uma onda de calor intenso me percorre o corpo, sinto que vou explodir em um gozo alucinante, mas ele para de me tocar o clitóris e me diz:

– Quer gozar cadelinha, quer gozar na minha ereção?

Eu rapidamente respondo:

– Sim eu quero gozar estou quase…

Ele me leva ate a cama enroscada em sua cintura, se deita sobre mim sem sair de dentro, beija minha boca e me diz:

– Peça da maneira certa!

Eu sei o que ele quer, e eu quero muito dizer, mas meu orgulho me segurou até agora, mas não posso mais ser tão rebelde assim, foda-se, preciso dele, preciso sentir ele, esta química me enlouquece, ele está certo nunca foi só sexo, nunca foi somente desejo que me atraiu a ele e vice versa. Então segura de mim e do que sinto eu  respondo em um gemido:

– Oh Senhor me permita gozar em ti, me permita dar o que te pertence.

Ele sorri, sinto-o ainda mais fundo dentro de mim, ele ergue seu corpo me segurando; levanta apenas meus quadris, estou com as minhas costas na cama e então ele diz:

– Toque-se, como você fazia sozinha no escritório, toque-se, mas olhe em meus olhos, pois agora você está sentindo meu membro atolado até o fundo em você, e enquanto você se toca eu vou te “foder” como eu sempre desejei.

Eu não demoro muito a obedecer, toco meu clitóris que está inchado, me toco desesperada, em movimentos circulares e ritmados, a minha carne treme, meu corpo se contorce e os movimentos dele são viris são fortes e intensos, eu sinto minhas entranhas a envolverem, apertar seu pênis cada vez mais. Ele está pulsando dentro de mim, seus gemidos se misturam com os meus e meu gozo se libera junto com suas palavras:

– Goza minha cadela, aperta minha ereção com tua entranhas quentes, quero você gemendo para que eu te marque com meu prazer.

Eu tremo, sinto-o de uma maneira surreal dentro do meu corpo, estou gozando sem parar, meu líquido escorre abundante pelas coxas, pela cama, ele sai de dentro de mim e termina de sorver até a ultima gota da minha bucetinha me dizendo:

– Adoro este teu doce sabor exótico menina.

Ele agora tira a camisinha, as veias do seu pênis estão latejando, ele me puxa para ele, e eu entendo, engulo sua ereção com a minha boca, eu sugo, toco sua base, lambo a glande, mas ele tira de uma vez da minha boca e gemendo alto esguicha seu gozo em meus seios, na minha barriga me dizendo:

– Agora sim menina, você está marcada com nosso prazer. E eu posso te chamar de MINHA.

Eu alcanço uma de suas mãos e beijo. Ele toca meus cabelos. Se abaixa, e se deita ao meu lado na cama. Ficamos por uns momentos ali parados, respirando descompassados. Mas aquela noite aconteceu muito mais, aquele foi só o inicio. Afinal eu ainda não sofri os castigos por ele prometidos. Mas estes relatos talvez eu conte da próxima vez; a maneira de  como ele se divertiu me ensinando a ser uma boa garota.

 

 

 

 

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