O Jardim secreto das torturas

castelo suissa neuschwanstein

A chuva descia pelas grandes janelas de vidro do sombrio Castelo de Constantine Garden.

***

Ela saboreou o último gole de vinho e com olhar perdido contemplou o cálice de prata em suas mãos até colocá-lo sobre a beirada da banheira degustando o último gole do vinho.

Ela ainda sentia o cheiro do seu sádico Rei Montrel Biagio. As marcas em sua pele feitas por ele na noite anterior a deixavam fervendo de desejos.

Ela suspirou, fechou os olhos por um segundo e se sentiu abençoada por servir ao seu amado Rei. Assim que ela ergueu os olhos avistou sua escrava Ester.
Seu olhar baixo servil, cabelos desordenados, vestindo seu trapo de pano que mal cobria seu corpo. Ester possuía
uma aparência humilde e subserviente para alguém que às vezes cometia atos de rebeldia. Cabendo assim “a ela” Aisha de Montrel Biagio, a Rainha do Reino de Constantine Garden, colocar Ester e outras servas em seus devidos lugares de meras escravas.
Ela sabia que o rei amava assistir este espetáculo. Ela sorria internamente lembrando-se disto.
Mas seu olhar era petrificado, tão frio como seus movimentos, pois com apenas um estalar de dedos fez um gesto. E sua serva a alcançou trazendo em suas mãos, a toalha macia. Ester ajudou-a a sair da banheira e secou com amor o corpo de sua Rainha Aisha.

***
Aisha Rainha de Constantine Garden

Eu podia sentir Ester tremendo ao enxugar meu corpo. E este seu gesto me excitava. Mas eu não queria brincar com ela. Não naquele momento.
Queria apenas voltar para os lençóis de seda da cama de dossel do meu amado Rei Montrel Biagio que me esperava totalmente nu e com seus mais depravados desejos em mente.
Ao entrar no quarto vestindo apenas meu pesado cordão de ouro que descia entre meus seios, meu Rei dá um belo sorriso e me faz sinal para eu me girar, possibilitando assim sua visão para que admirasse as marcas no meu corpo.
Ele alisa, beija, cada uma delas. Então ele se levanta da cama se posiciona atrás de mim, me faz girar o corpo lentamente até que estamos de frente ao espelho do quarto. Através do reflexo do espelho ele observa cada uma de minhas expressões durante sua minuciosa inspeção.
Deixo escapar um pequeno gemido de meus lábios quando suas mãos me tocam os seios. E seus dedos apertam com toda sua força meus mamilos, me fazendo tremer.
Ele solta devagar, mas minha reação à dor deixou seu membro duro. Ele estava posicionado em minha bunda, latejando, mas sem intenção de entrar.
Não, ele adorava ser sádico o tempo todo não seria tão fácil assim.
Ele se senta na cama me puxando junto. Fazendo-me sentar em seu colo.
Ele puxa com força meus cabelos e suavemente me beija o pescoço repetidas vezes, subindo por minha orelha, bochecha até invadir minha boca como um animal faminto.
Me soltado apenas com o tilintar de algo de metal caindo no chão.
Aos pés da cama estava Ester. Pálida e temerosa por ter deixado cair a bandeja com os morangos que meu Rei antes ordenara.
Ele me olha calmamente e me diz:

– Não precisa ser piedosa minha querida. Desejo ver seu lado cruel em prática.

Eu sei o quanto ele adora quando sou sádica.
Eu me levanto e ela se joga aos meus pés implorando:

– Perdão Rainha não queria interrompê-los. Misericórdia minha Senhora.

Suas lágrimas banham meus pés. Mas eu não tenho piedade. Sei que ela fez isto de propósito, por ciúmes do meu rei. Por ciúmes de mim.
Ela é uma boa escrava, mas seu ciúme do que ela acha que pertence a ela, faz com que fique cega. Mas ela reconhece onde erra e castigá-la era sempre um prazer sem igual. (sorrindo)
Ester é nossa escrava há alguns meses, mas adotamos a mesma como nossa serva principal por sua dedicação e entrega na sua servidão.

Eu piso no seu rosto, forçando-o contra o chão. E digo:

– NÃO PEÇA PERDÃO SOMENTE À MIM, MAS TAMBÉM AO REI. POIS ELE ESTAVA SE DIVERTINDO COMIGO E VOCÊ CRIATURA ASQUEROSA, NOS ATRAPALHOU.

Ela se joga aos pés dele que está em pé ao meu lado. Ele está imóvel, frio. O meu sádico rei com olhar de gelo, não diz uma palavra a ela. Apenas me olha aprovando o que estou por fazer.
Eu vou até o armário do corredor onde está o arsenal do meu Senhor. Escolho duas pesadas palmatórias de lenho maciço, um chicote de montaria e outro de couro com pequenos pedaços de metal nas pontas.
Calmamente eu os disponho os instrumentos sobre a mesa ao ângulo do quarto.
Como uma vampira sedenta de sangue, eu me aproximo de Ester. E puxando seu cabelo ordeno:

– Caminhe de quatro até o pequeno banco e assuma a posição para receber sua punição. Sua vadia!

Rei Montrel assistia tudo com um sorriso nos lábios. Ele adorava meu sadismo aflorado. Afinal sou fruto do sadismo dele. Aprendi com o melhor.
Ester se ajoelha. E se dobra sobre o banco, levantando seus trapos sujos, expondo suas carnes.

Eu me aproximo e com puxão em seus cabelos eu digo:

– Não vou te amarrar e quero que fique quieta! Se ousar a se mexer e sair da posição, seu castigo será ainda pior. Não tenho pressa e o Rei Montrel adora um belo e cruel espetáculo.

Puxo ainda mais seus cabelos em minhas mãos até que ela suplicante diz:

– sim minha Rainha.

Eu pego a pequena palmatória em madeira maciça e de maneira leve e ritmada vou golpeando toda a extensão de sua pele. Não demora muito e sua pele está quente e avermelhada.
Ela geme baixinho. Mas conhecendo bem Ester, ela está com mais excitação do que dor.
Meu delicioso Rei Montrel se diverte ao ver meus primeiros golpes com a cane (vara de bambu).
O som que a cane emitia todas as vezes que eu girava a mesma no ar golpeando em seguida bunda de nossa serva, era sinfonia deliciosa. A mais pura sinfonia de sadismo e crueldade.

Ester sofria a cada golpe recebido, mas me obedecendo não se mexia. Apenas fechava os punhos enquanto lágrimas banhavam seu rosto.
Gritos começaram a escapar de seus lábios quando ela sentiu meus últimos golpes.
O sangue descia lentamente das pequenas feridas em sua carne, após os últimos golpes. Dei-me por satisfeita após aprovação de meu Rei.
Após deixar os instrumentos apenas usados sobre a mesa do quarto eu vou em direção ao meu Rei Montrel que me espera de braços abertos e um sorriso de satisfação em seus lábios.
Me aproximo e sinto seu beijo carinhoso em minha testa e logo depois em meus lábios.
Quando me abraça ele diz:

– Quase tive piedade da Ester, (riso irônico) mas ver você se divertindo foi um deleite para meus olhos. Eu poderia continuar os castigos na escrava.
Mas estou muito excitado e por isto tenho outros planos.

Ele pega minha mão e me leva para frente da escrava. Ela está suada, tremendo e ainda em soluços.
Ela fica de joelhos, cabeça baixa. E então ele diz:

– Escrava você foi punida não porque deixou cair a bandeja acidentalmente e sim porque nós três sabemos que o fez por raiva, por ciúme ou por vontade de participar. E vou remediar isto logo. Eu poderia continuar o castigo que minha amada rainha Aisha aplicou em você. Mas quero continuar o que estava fazendo quando nos interrompeu. Primeiramente agradeça a Rainha por ter te punido.

Ela sem levantar o olhar se aproxima rastejante. Beija os meus pés e chorando diz:

– Obrigada minha Rainha Aisha por ter dedicado seu tempo em corrigir esta mera escrava.

Eu faço apenas um gesto de carinho em seus cabelos, mas mantenho silêncio obedecendo meu Rei, que com um gesto me deu a entender que não queria palavras.
Ele respira fundo e diz:

-Ester… venha …Se aproxime da cama. Tire suas roupas. Fique de joelhos, pernas bem afastadas, mãos atrás da cabeça e olhar fixo em nós dois. Vou usar, amar e me deliciar da Rainha e quero que assista a tudo. Lembre-se que não é permitido que se toque muito menos que goze.

Lágrimas ainda mais fortes escorrem de seu rosto. Seus cabelos bagunçados e avermelhados dava um ar ainda mais plebeu do que já possuía.
Ela estava sofrendo imensamente. Poderia apostar que ela preferia mil vezes ser açoitada a noite toda no calabouço do que ter que ver o amor o desejo do Rei Montrel por mim.
Confesso que isto me divertia extremamente.
Rei Montrel me beija apaixonadamente e logo suas mãos estão tateando cada pedacinho de mim.
E o desejo por ele me consome rapidamente. Pois meu corpo reconhece o dele. Cada desejo do meu Rei era também o meu desejo.
Ele puxa meu cabelo e me fazendo girar a cabeça morde, suga meu pescoço descendo por meus seios até abocanhar meus mamilos trocando de lado vez ou outra.
Eu fecho os olhos e gemendo rebolo buscando estar ainda mais próxima e aberta para recebê-lo dentro de mim. Mas quando abro os olhos vejo Ester ali parada, olhando fixamente com olhos lacrimejando.
Minha excitação aumenta e vai ao extremo. Ao perceber o quanto estou molhada, Rei Montrel desce vagarosamente pelo meu corpo e me força abrir as pernas ao máximo.
Ele passa sua língua vagarosamente por minhas coxas, nas minhas virilhas e antes que sua língua me invadisse, ele enfia dois dedos na minha buceta e outro no meu cuzinho. Eu rebolo ainda mais desesperada e gemendo de prazer rebolo ainda mais quando seus dentes apertam meu grelo em uma deliciosa mordida.
Meu gozo explode e ele bebe cada gota de mim. Dizendo-me o quanto sou saborosa. E que somente eu aplaco sua sede voraz.
Ele me faz ficar de quatro e esfrega seu membro duro em meus lábios. Eu abocanho e desço fundo até senti-lo em minha garganta.
Ele exclama palavrões em meio a declarações de amor. E isto era alucinante.
Ele se deita sobre mim e levanta meus braços sobre minha cabeça.
Segura meus punhos como se eu fosse escapar, ele me preenche ainda mais, indo mais profundo dentro de mim.


Posso sentir o pulsar do seu sangue na sua ereção. Ele crescia e endurecia ainda mais dentro de mim.
Eu tremia e dizia o quanto o amava. Ele em um gemido chamando meu nome me inunda com seu gozo quente e denso.
Neste momento, somente ali, lembrei que tínhamos plateia.
Que estava ali fiel ao nosso desejo carnal e ao nosso amor profano. Seus olhos eram fogo
misturando-se à cor de seu cabelo. Ela estava com o uma estátua nenhum músculo se movia. Mas eu sabia que ela estava queimando de desejo, raiva, amor. Era uma confusão de sensações.
Mas o Rei me chama atenção. Ele sorri e diz baixinho no meu ouvido:

– Ainda não terminou minha deliciosa Aisha. Agora é hora de judiar um pouquinho mais da Ester.

Dizendo isto ele se levanta me puxa os quadris para fora da cama me posicionando de pernas abertas na frente da escrava.
Ele vai até a sua poltrona de veludo e se senta confortavelmente dizendo:

– Vamos lá Ester, seu dever é limpar a Rainha. E eu acabei de sujá-la. Quero que limpe até a última gotinha da minha porra que está dentro dela.

Ela engole seco. E mesmo sendo a última coisa que queria fazer, ela se aproxima delicadamente, beija minha buceta e enfia sua língua o mais fundo dentro de mim. Buscando cada gotinha do precioso néctar do Rei.

Ele que está ali assistindo tudo e se deliciando com cada movimento nosso.

Continua. ..

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