Tempero do prazer

Eu já tinha perdido a conta de quantas doses de tequila eu tinha bebido.  Hoje era minha folga do restaurante e encontrei algumas amigas na boate.  Eu estava feliz por estar de folga, a única coisa que me chateava quando estava longe do trabalho era não ver o motivo dos meus orgasmos a noite o Chef da cozinha, Fabrizio.  Todos os pratos que ele preparava eram perfeitos e uma delícia assim como ele. O problema é que ele adorava me irritar o tempo todo e eu retrucava. Mas quando os olhos dele fixavam-se nos meus, eu sempre sentia um calor inexplicável pelo meu corpo, que se concentrava entre as minhas pernas.

Uma das minhas amigas me puxa para a pista de dança e eu me abandono ao som de Dua Lipa – New Rules e ignoro meus pensamentos.

Eu estava dançando animadamente, até pensar ter visto um rosto familiar em meio à multidão que me olhava sem parar. Eu paro de dançar e olho novamente naquela direção, mas não vejo mais nada. Tudo gira ao meu redor e sinto vontade de vomitar.

Eu tento chegar o mais rápido que posso no banheiro, lavo meu rosto e tento me recompor, aliviada por ter sido apenas um mal-estar momentâneo e eu não ter abraçado o vaso como eu previa.

Eu volto para onde estão minhas amigas, pego minha bolsa e despeço-me de todas, era hora de voltar para casa e descansar. Elas insistem para que eu fique, mas nego e sigo para fora em busca de um táxi. O que obviamente seria difícil naquele horário. Eu então resolvo ir para a estação de trem ali perto, ficava a apenas dois quarteirões.

Eu aperto passo e tento me equilibrar nos meus saltos, passo perto de dois homens encostados no muro e os mesmos assoviam para mim. Eu amaldiçoo o meu vestido curto e meu decote. Mas me amaldiçoo mais ainda por ter tido a ideia estúpida de caminhar sozinha até a estação de trem. Eu apresso os passos, mas escorrego e caio no chão.

Sinto mãos fortes me levantando e logo estou nos braços de alguém, meu grito é interrompido quando vejo o homem que está me segurando, Fabrizio.

_ Desculpe, eu não quis te assustar Leticia. Mas eu estava indo buscar meu carro e vi você cair. _ sua voz quente me causa arrepios

Eu olho para ele tentando pensar, tentando ser coerente com meus pensamentos.

_ Você andou me seguindo? _ eu aliso seu peito, mas depois disto a escuridão me consome.

Acordo com um delicioso perfume de comida. Olho em volta, pela fresta das cortinas posso ver que é dia. Eu estou completamente nua em baixo dos lençóis. Eu tento entender onde estou até ver a foto na cabeceira da cama, puta que o pariu, como vim parar na casa do Fabrizio? Na cama dele!

Me levanto da cama meio zonza e procuro algo para vestir, encontro uma camisa de Fabrizio e sigo em direção ao aroma de comida que estava sentindo, chego na cozinha e vejo Fabrizio em frente ao fogão concentrado no que estava fazendo enquanto saboreio aquela visão maravilhosa dele só de calça cozinhando, respiro fundo sem perceber que fiz isto alto demais, ele se vira e sorri.

_Leticia, que bom que acordou. Espero que esteja com fome, estou preparando uma massa para nós, espero que não esteja enjoada. Afinal acho que você bebeu um pouco além da conta, pois você praticamente desmaiou em meus braços.  

 __ Estou bem Fabrizio obrigada por se preocupar e por ter me ajudado. Desculpe, eu …

Ele me olha um olhar de repreensão.

_ Todos nós já perdemos a linha alguma vez na vida. Relaxa, não estou te julgando.

Ele sorri e volta a mexer as panelas, eu observo seu corpo perfeito, eu me sinto quente tanto quanto a comida que ele está fazendo. Eu preciso tirar as dúvidas que ainda pairam na minha mente, mas preciso criar coragem.

_ O cheiro está muito bom, aliás você prepara os melhores pratos que eu já experimentei.

Ele ergue a sobrancelha e me olha curioso. Ele joga o pano de prato sobre o ombro, e o movimento dos seus músculos se esticando me fazem salivar. Ele me olha confuso e eu sem pensar disparo.

_ Eu queria saber… quer dizer eu quero saber _ele está sorrindo do meu embaraço então reúno forças_ Por que acordei nua na sua cama? Aconteceu algo entre nós?

_Não, Letícia eu tirei suas roupas só para que você ficasse mais confortável, além do mais estavam sujas, eu as coloquei para lavar. Eu mal te olhei, e dormi no sofá da sala. _ ele faz uma pausa.

Ele pega uma garrafa de água na geladeira e me entrega, demorando seus olhos nos meus. Antes de se afastar ele fala.

_ E fique sabendo que quando nós ficarmos juntos você vai se lembrar com riqueza de detalhes. Você vai estar sóbria e vai implorar para eu te pegar de jeito.

Seus olhos percorrem meu corpo, e apesar de sua camisa ser longa e tampar cada curva, eu me sinto nua sob seu olhar. Eu fico calada tentando pensar em uma resposta e ele continua.

_Você vai me sentir dentro de você por horas, eu vou fazer você implorar por meu pau dentro de você. _ele fala baixinho no meu ouvido e me sinto molhada no mesmo instante.

Ele se afasta e vai terminar nossa massa, eu não consigo falar nada, eu bebo a água buscando hidratar e criar coragem de falar algo, pois meu corpo já me denunciou, olho os meus mamilos duros sob o tecido da camisa dele. Diante do meu silêncio, ele calmamente, pede que arrume a mesa.

Faço as coisas automaticamente, perguntando apenas onde estão o que precisarei para arrumar a mesa e ele não diz mais nada com contexto sexual.  Mas eu não consigo tirar da minha cabeça ele me falando que vou sentir ele dentro de mim por horas. Sinto ele chegar atrás de mim, ele se encosta propositalmente me fazendo sentir a sua ereção pressionando levemente em meu corpo, e isto me faz me sentir ainda mais quente. Molhada por ele está estar me rodeando enquanto arrumo os pratos. Enfim ele diz que a refeição está pronta.

Sentamos a mesa e mais uma vez eu agradeço Fabrizio por ter me ajudado. Ele apenas sorri e serve a pasta para mim enquanto naturalmente diz:

_ Não finja que você não percebeu o meu desejo. Aliás Letícia, confesso que te acho sexy tempo todo. Eu me controlo para não te agarrar todas as vezes que te vejo no restaurante, me seguro para não te levar para a despensa e beijar sua boca até você dizer sim.

_ Nunca percebi isso. Aliás nunca te vi tão direto assim.

_ Nunca tivemos a oportunidade. _ ele sorri provocante

Durante todo o almoço sinto o olhar de Fabrizio em mim, enquanto conversamos amenidades, terminamos a refeição e começamos a tirar a mesa, eu faço questão de limpar a bagunça, já que ele cozinhou, ele não se opõe, ele se acomoda na bancada e fica me observando enquanto organizo as panelas e pratos na lava louças.

_Você não imagina o quão duro estou com essa visão do seu traseiro.

Até agora eu deixei ele me provocar, mas agora eu mostraria para ele que este jogo em dois é mais divertido. Eu me viro devagar, olho nos olhos dele e peço:

_ Venha me mostrar! Pois estou curiosa!

Ele se aproxima lentamente encosta os lábios e na minha orelha e morde lentamente. Ele pega minha mão levando na frente da calça dele, eu acaricio seu membro e ele geme, com um olhar desafiador ele diz:

_ Sua sobremesa está pronta docinho.

_ Quer me dar na boca? Preciso experimentar para ver se é do meu agrado.

Ele me dá um beijo quente e me coloca sobre a bancada da cozinha e leva suas mãos no meio das minhas pernas e começa a me acariciar.

_ Você está encharcada! Que delícia. Leticia sinto em te informar, mas acho justo que o Chef saboreie a sobremesa dele primeiro, faz muito tempo que eu salivo desejando te provar.

Ele abre minhas pernas apoiando em seu ombro e começa a me chupar com vontade, eu seguro seus cabelos bem forte para que ele não pare, a sensação é muito gostosa, de repente ele enfia dois dedos em mim e sua língua continua me devorando.

_ Me fode! _ eu falo olhando em seus olhos.

_ Ainda não Leticia. Quero te levar ao êxtase.

Ele continua com seus dedos dentro de mim, atingindo um ponto mágico que me deixa em total descontrole e eu explodo em um gozo fenomenal. Esse homem me faz gozar forte como sempre imaginei que faria, eu imaginava assim quando me tocava a noite pensando nele. Penso comigo.

Ele se levanta lentamente, lambendo os lábios de forma tentadora. Ele leva seus dedos molhados dos meus líquidos em sua boca e geme baixinho.

_ Seu gosto é muito melhor do que eu imaginava docinho, a melhor sobremesa do mundo.

Ele me beija e quando ele me solta eu estou com mais tesão que antes ao sentir seu pau duro pressionado contra mim.

_ Eu ainda estou com água na boca Chef, você não pode me deixar sem a minha sobremesa, agora e a minha vez de me saciar.

Ele sorri e me ajuda a descer da bancada, eu fico de pé com um pouco de dificuldade, por causa do êxtase que experimentei com a boca dele na minha buceta.

Ele me puxa para a sala, ele se despe rapidamente e se senta no sofá.  Eu tiro a sua camisa do meu corpo, lentamente, e fico nua para apreciação dele, vou andando devagar na direção dele olhando em seus olhos, eu me ajoelho diante dele e seguro seu membro em minhas mãos, seguro bem firme e começo a saborear o objeto dos meus pensamentos, dou uma lambida nele e ele suspira, eu o engulo até senti-lo no fundo da minha garganta.  Eu não paro de olhar ele nos olhos. Ele fica hipnotizado a cada movimento de vai e vem dos meus lábios e isto me deixa ainda mais excitada. Em ver ele perdendo o controle, enquanto me vê saboreando seu membro, sentindo-o bater no fundo da minha garganta e dando uma leve engasgada, vê-lo sair da minha boca bem babado.

De repente ele segura meu cabelo e sem tirar os olhos de mim me beija com fúria, com desejo.

_ Eu preciso te foder, sente-se no meu pau agora!

E eu como uma boa garota me levanto e começo a rebolar sobre seu pau, me posiciono e sinto ele me preenchendo de uma maneira maravilhosa. Eu quase perco o controle das minhas pernas, eu agarro seus ombros e subo e desço sentindo seu pau me preencher deliciosamente.

Ele me segura impedindo que eu me mova sinto ele pulsando dentro de mim, de repente ele me libera eu começo a rebolar novamente, ele leva seu dedo até meu clitóris massageando e sua boca até os meus seios, eu gemo seu nome me sentindo hiper estimulada por ele. E não quero que essa sensação acabe nunca.

Ele me agarra com força e fica por cima de mim. Ele sai lentamente de mim e eu choramingo. Ele sorri, ergue minhas pernas e me penetra com força total. Os movimentos dele são frenéticos me preenchendo toda.

_ Ah! Letícia você é gostosa demais. E eu não vou me acostumar a ficar sem me enterrar nesta buceta…

Eu ofego e com as suas estocadas, balançando meu corpo contra o seu, confesso:

_Eu estou disposta a experimentar muito mais…

_  Então você vai ter. _ ele sorri.

Uma onda ainda mais forte me percorre o corpo. O orgasmo vem ainda mais potente. Ele sai de dentro de mim, e chupa minha buceta até eu perder as forças em sua boca novamente.

Quando estou no ápice de outro orgasmo ele me penetra com toda sua força esticando minha carne. Ele geme profundamente e urra meu nome. Ele estoca mais algumas vezes e me enche com seu gozo quente.

Ele me puxa para os seus braços e ali permanecemos até recuperamos o fôlego.

_ Espero que você saiba que eu estava falando sério Letícia. Eu sempre quis você, desde que você começou a trabalhar ali, durante estes dois malditos anos te desejei nos meus lençóis. Mas nunca tentei, pois, achei que não me queria.

_ Quem não quer você Fabrizio? Eu achava que você mal me via. Tantas que querem você, a mulherada faz fila no restaurante por sua causa.

Ele alisa minhas costas lentamente e olhando em meus olhos ele diz:

_Nunca me importei e não me importo com nenhuma delas. E depois de te provar, eu fiquei viciado no teu sabor.

Ele me beija com paixão. E permanecemos em um silêncio confortável, como se já fossemos íntimos a muito tempo.

Descansamos um pouco no sofá. Depois de um momento ele se levanta e me pega pela mão, me levando para o banheiro.

Ele abre o chuveiro deixa que eu entre primeiro quando estou debaixo do jato de água sinto ele atrás de mim, ele pega o sabonete das minhas mãos e me ensaboa lentamente, demorando nos meus pontos mais sensíveis, me alisa com muito carinho.

_ Agora é a minha vez de ensaboar você Chef.

Eu aproveito e deslizo minhas mãos naquele peitoral perfeito que sempre me encantou. Desço lentamente e agarro o seu membro em minhas mãos, eu o ensaboo devagar numa deliciosa tortura, ficamos nessa brincadeira por um tempinho até que ele desliga o chuveiro e me estende uma toalha.

 _ Vou pegar sua roupa na lavanderia.

Eu sabia que estava quase na hora de irmos para o trabalho eu teria que ir. Eu sigo para o quarto dele, me enxugo, enxugo meus cabelos. Eu sinto frio então coloco outra camisa sua, coloco uma calcinha limpa que estava na minha bolsa, e calço meus saltos altos.

Quando ele chega com meu vestido nas suas mãos me olha nos olhos e diz:

_ Realmente minhas camisas ficam muito melhores em você, e o que é isso que está em seu corpo? _ ele alisa sob a camisa.

_ Minha calcinha? _ respondo divertida

 _ Meu Docinho, quando estivermos juntos, lembre-se, não há necessidade de calcinhas! Eu quero ter livre acesso a sua buceta, e para provar que eu não estou brincando vou te mostrar o que farei…

Ele me pega nos braços e me leva para a cozinha sempre me beijando. Ele me coloca na bancada da cozinha e continua a me beijar. Ele morde meus lábios e desce fazendo uma trilha de beijo e chupões até os meus mamilos, ele termina de tirar a camisa, eu tento alcançar meus sapatos ele segura minhas mãos.

_ Deixe os saltos! Sempre quando eu te via na recepção andando de um lado para o outro exibindo suas pernas perfeitas eu ficava imagina te foder, enquanto você usaria apenas seus saltos.

_ Pelo jeito você nutria muitas fantasias comigo. _ eu beijo seus lábios.

Quando me afasto uma de suas mãos vai para os meus cabelos, ele os enrola e me puxa para mais perto.

_ Eu ainda tenho muitas fantasias com você, ainda temos muito a fazer. _ ele sussurra

As palavras dele foram uma promessa quente que molham minha calcinha. Parecendo perceber o efeito que me causa, ele apenas sorri e me beija com mais paixão. Ele puxa a toalha que está em seu quadril e posso ver a sua majestosa ereção pronta para mim. Ele sorri ao ver minha reação, ele se toca se masturbando por um pouco, enquanto ele alisa minha calcinha molhada com seus dedos. Eu me contorço e seguro a bancada com ainda mais força. Ele se aproxima se colocando entre as minhas pernas e sussurra.

_ Você confia em mim?

_ Sim.

Ele se curva ainda mais sobre mim, sinto que ele alcança algo na bancada e volta beijando com ainda mais paixão, sua ereção pressionada contra mim. Eu tento alcançá-lo, mas ele se afasta e me olha. Ele mostra o objeto em sua mão. Uma pequena faca. Eu arfo e ele sorri.

_ Se você não confiar posso parar.

Eu dou o consentimento e ele aproxima o objeto da minha pele, ele levanta o tecido delicado da minha calcinha e começa a cortá-lo tão lentamente, que me faz ofegar ainda mais, desejando-o dentro de mim desesperadamente.

_ Eu disse, nada de calcinhas Docinho! _ ele beija minha barriga e depois o interno das minhas coxas

_ Fabrizio, por favor…

Ele se abaixa novamente e suga meu mamilo. Ele termina de cortar minha calcinha e joga a faca na pia. Ele desce lambendo minha barriga, até me abrir com sua língua esperta e tirar todo o orgasmo possível de mim. Quando estou exausta, ele se levanta e me penetra lentamente, quase uma tortura cada um dos seus movimentos. Eu o quero mais rápido, mais potente. Mas ele vai lentamente, despertando sensações que eu desconhecia. Eu tremo e ele vai mais fundo.

_ Você é quente Leticia….

_Sou por você, eu quero mais, mais, por favor…

Ele acelera os movimentos, ele fecha os olhos e me aperta por um segundo onde ele perde o controle. Logo se recupera, ele me olha de maneira sensual e dominante.

_ Goze comigo…

Ele desliza seu dedo em meu clitóris e o castiga deliciosamente, enquanto seu pau me preenche toda a cada estocada. Nossos corpos são suor, desejo e paixão. Gritamos no mesmo momento em que com contrações ritmadas eu o apertei dentro de mim e ele pulsando me encheu com sua porra.

Depois de muito carinho e beijos indecente, concordamos nossa ida ao trabalho juntos. Eu tinha meu uniforme no armário, então poderia ir com ele sem problemas.

 Nossos dias a partir daí seriam bem mais divertidos. E depois daquele dia na minha culinária passou a ser bem mais saborosa e no meu quarto nunca mais faltou sexo apimento e cheio de prazer.

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