Gozando na viagem de negócios

Eu faço aniversário bem próximo ao natal, sempre fico de férias e viajo no fim de ano. Mas ano passado tive compromissos inadiáveis. Fui obrigado a trocar as minhas férias em alguma ilha paradisíaca por uma viagem de negócios para Nova Iorque. E foi neste mês de dezembro, que vivi uma experiência inesquecível.

As reuniões finalizadas tarde, sem amigos na cidade e com uma neve pesada caindo quase todos os dias, sempre me faziam voltar para o hotel.

A viagem não foi fácil: passar o Natal em meio a desconhecidos, mau tempo, bares e restaurantes fechados, toque de recolher.

Uma coisa, porém, animou meus dias: o papo que troquei com a minha vizinha de quarto, sempre nos esbarrávamos antes que eu partisse para os meus compromissos, dava tempo para um café na parte da manhã e algumas taças de vinho no fim da tarde no bar do hotel. Ela também estava ali a negócios, sempre muito bem vestida, perfumada, uma pessoa simpática e gentil. Os dias se passaram assim, entre os compromissos maçantes do dia, noites sozinho, apenas sessões de Netflix e jantares que eu encomendava no quarto.

Chegou então o meu aniversário, depois de mais um dia exaustivo, encontrei uma surpresa na porta do meu quarto: um cartão de aniversário, um jantar preparado e uma garrafa de espumante, sobre o carrinho decorado. Fazia algum tempo que não acontecia tal coisa.

Eu pensava que poderia ser cortesia do hotel, mas a letra elegante me fizeram entender de imediato quem era. A frase nao parecia ter segundas intenções

” Te desejo um feliz aniversário especial. Tenha uma boa noite”

Sua vizinha de quarto

Eu sorri. E pensei que seria de bom grado bater em sua porta e agradecê-la, mas apesar de termos falado muito, eu não sabia se ela era solteira e se estava ali sem algum namorado. Então permaneci sensato, deixando o agradecimento, para nosso café no dia seguinte.

Entrei, tomei um banho rápido. E vestindo apenas um roupão eu me sentei para degustar o meu jantar. Mas quando comecei a comer, bateram à porta: era ela. Seus longos cabelos negros estavam jogados por cima do sobre tudo, sua boca vermelha me chamava atenção. E seu perfume me fazia querer sentir como ela cheirava docemente entre as pernas.

_ Boa noite vizinho de quarto, lembrei que hoje era seu aniversário, apesar do mimo fiz questão de desejar felicidades pessoalmente.

_ Por favor, entre. Obrigado…

Ela sinuosamente passou ostentando seu rebolado naqueles saltos vertiginosos. O que me fez entender que ela não estava voltando de uma caminhada, seria impossível caminhar na neve com aqueles saltos.

_ Seu quarto possui uma vista melhor do que o meu… _ Ela sorri apontando para a grande janela, mas antes estava descaradamente olhando para mim.

_ Eu realmente gosto desta vista…

Ela me pega analisando seu corpo escondido com aquele casaco, e sorri.

_ Que tal uma taça de champanhe?

Ela sorri concordando. Ela não demonstrou desconforto com minha falta de roupa então resolvi restar como estava. E ela continuava usando aquele maldito casaco, me deixando curioso, eu estava prestes a perguntar algo sobre o mistério de tanta roupa, mas começamos a beber e a falar sobre isto e aquilo, depois taça após taça a conversa tornou-se mais pessoal: algo nos olhos dela tinha mudado e isto me deixou duro.

Ela se levantou abruptamente e caminhou até no meio do quarto, de costas para mim. Em um gesto lento, vi seu casaco caindo aos seus pés. Revelando seu corpo curvilíneo sob uma lingerie delicada. Sua bela bunda com uma calcinha minúscula era uma tentação que eu nao poderia resistir.

Eu estava duro como pedra quando ela se virou de frente, revelando a visão mais deliciosa do mundo, os seus seios fartos escapando daquela lingerie, da calcinha cobrindo pouco da sua buceta, deixando suas virilhas expostas e prontas para as minhas lambidas.

Eu me levantei e tirei o meu roupão, vi ela mordendo os lábios olhando para a minha ereção. Eu não poderia passar mais um segundo sem tocar sua pele sedosa. Eu a puxei para os meus braços e pressionei minha língua lentamente fazendo ela abrir seus lábios gemendo cada vez que minha língua encontrava a sua em uma dança quente.

Ela lentamente deslizou pelo meu corpo, beijando meu peitoral enquanto eu alisava seus cabelos, ela desceu pela minha barriga e seu olhar safado me dizia que eu deveria ser forte, porque aquela mulher seria quente como o inferno.

Ela me deu um leve empurrão e se sentei na poltrona, ela se acomodou entre minhas pernas como uma gata manhosa. Sua boca macia envolveu a cabeça do meu pau, sua língua contornando em volta me fazendo arquear o quadril em sua boca. Ela foi cada vez mais fundo, entretanto com a outra mão ela massageava meu saco, eu segurava seus cabelos em um rabo de cavalo e tentava controlar aquela deusa do sexo, mas ela era indomável. Ela relaxou os músculos e me levou fundo em sua garganta, eu já estava por vir, eu não estava acostumado com uma fêmea fatal, ela percebeu e se afastou.

Ela veio lentamente escalando meu colo e olhando direto nos meus olhos, ela lentamente retirou um preservativo de dentro do bojo do seu sutiã, ela rasgou a embalagem e colocou o preservativo na boca, respirei fundo quando ela o desenrolou com a boca sobre o meu pau inchado.

Ela sorridente e nunca abandonando meu olhar, subiu novamente para o meu colo, pegou minha cabeça e colocou no meio dos seus seios perfeitos, eu chupei, mordisquei e venerei. Ela estava rebolando e gemendo. Comecei a beijá-la o mais forte que pude, desci minha mão por entre suas coxas e coloquei dois dedos em sua calcinha afastando-a. E comecei a massagear seu clitóris, ela alcançou meu pau com suas mãos e desesperada me masturbava. Ela estava ofegando cada vez mais forte e me empurrando cada vez mais para dentro. Eu segurei sua cintura e fiz meu pau deslizar para dentro daquela buceta molhada e malditamente apertada. Ela gritava e lágrimas desciam de seu rosto, o rubor tomou conta de suas bochechas. A visão daquela deusa gostosa, quente, cheia de desejo subindo e descendo no meu pau, com sua calcinha afastada, com urgência de gozar para mim me deixava ainda mais duro.

_ Quero você gozando para mim, quero você apertando meu pau, somente ai, vou socar com tanto furor, que você vai ter que se segurar forte em mim… gostosa…

_ Isso, me fode, não para…

Era isto, ela tinha acabado de perder o controle gozando para mim, senti o aperto forte de sua buceta no meu pau, que estava cada vez mais inchado dentro dela. Eu acelerei meu movimentos, ela se agarrava em mim e buscava meus lábios. Eu precisava de outra angulação, eu precisava ir mais profundo dentro daquela delicia de buceta. Então peguei-a no colo e levei-a para a cama, ela tremia eu ergui suas pernas para o meu ombro e quando entrei nela novamente a fiz gritar.

_ Nossa que delicia…por favor

Eu comecei a meter cada vez mais forte, eu sabia que eu não duraria muito naquela posição, sentindo sua buceta me apertar em espasmos contínuos e seus gemidos desesperados no meu ouvido.

_ Eu quero gozar na sua barriga… _ olhei para os seu lindos olhos.

Ela me olhou desesperada, afirmando que sim. Eu me afastei um pouco do seu corpo e toquei seu clitóris com giros certeiros e logo depois um leve beliscão. Foi ai que ela molhou a mim e o lençol abaixo de nós, com um squirting. Eu soquei mais algumas vezes naquela buceta deliciosa, depois sentindo meu pau duro como pedra me retirei lentamente, tirei a camisinha e gozei em cima daquela barriga macia. Ela sorria de maneira languida quando alisou o gozo em sua barriga, recolhendo em seus dedos e chupando-os como se fosse o melhor sorvete da sua vida.

_ Deste jeito, vou ter que me enterrar em você agora mesmo. _ provoquei-a com um sorriso, ela me puxou para ela.

Desabamos no colchão molhado,ficamos assim por um momento, eu era uma mistura de emoções diferentes, então algo clicou em mim. Algo escuro, que eu havia reprimido por muito tempo, mas agora estava acordado e não podia ser parado. Eu não estava no controle de mim mesmo, era como se eu fosse um espectador. Meu pau estava duro como aço de novo, ela sorriu para mim.

_ “já está pronto para a segunda rodada?”

Eu alcancei um preservativo na gaveta, desenrolei em meu pau. Eu girei-a para o outro lado da cama, arrebentei o que sobrava da sua maldita calcinha, abri sua coxa ao máximo e enfiei a minha língua no profundo de sua buceta. Meus dedos brincando com seus mamilos duros. Eu buscava o seu olhar como ela tinha feito comigo antes e a encontrava louca de desejo.

Ela ficou surpresa, mas também excitada, tudo o que ela podia fazer era gemer como uma cadela no cio. Mas eu já estava entediado, me afastei, joguei a bunda dela no ar para o chão, dei um tapa naquelas nádegas gigantescas e quando ficaram bem vermelhas abri bem. O cuzinho dela era pequeno e apertado, provavelmente nunca violado em toda a sua vida: era hora de pegar meu presente de aniversário.

Eu cuspi nele e comecei a provocar, ela começou a protestar mas não pedia para parar, ela provocante me dizia que ela nunca tinha levado lá atrás, mas já que era meu aniversário ela tinha que realizar o meu desejo.

No começo ele se contorceu, mas quando meu pau deslizou a glande para dentro pro completo, ela acalmou-se, olhei para o espelho no canto do quarto e pude ver seus olhos molhados de lágrimas e seus suspiros mordendo os lábios enquanto começava a rebolar no meu pau, e isto me excitou ainda mais. Quando estava totalmente dentro, soltei minhas mãos de seus quadris ela me lançou um olhar sobre seu ombro.
_”Arregace-me por favor”, amanhã quero pensar em você, cada vez que eu me sentar…

Apesar do seu convite obsceno e tentador, eu fui delicado nos movimentos, parava em alguns momentos para ela se acostumar, mas ela ficava se mexendo, desesperada. E tivemos que parar algumas vezes porque ela desabou no chão com orgasmos enquanto eu a fodia também com os meus dedos.

Eu estava finalmente prestes a gozar também, eu me afastei, segurei os seu cabelo novamente, arrastei-a para fora da cama, ela caiu de joelhos tirando a camisinha do meu pau e jogando-a no chão.

Ela bateu meu pau seu rosto e sorria pedindo para me ter. Eu fodi sua boca com tanta força que ela teve que se deitar, então eu me afastei e esguichei em seu rosto e seios grandes. Minha porra um hidrante em sua pele, não achava que tinha tanto, eu nem me lembrava qual a última vez que gozei assim. E ela ficou assim: nua, enrugada e atordoada no meio do quarto do hotel. Eu a peguei pela mão e a convidei para um banho, naquela noite perdemos as contas das gozadas que tivemos.

Antes do amanhecer, vi seu vulto vestindo o seu casaco, me deixando jogado, exausto naquela cama.

Daquele dia em diante, nunca mais a vi no hotel, eu lamentava por não ter tido ao menos a oportunidade de falar com ela depois de tudo, mas as memórias daquela deusa, me acompanharia para sempre, melhor sexo da minha vida.

Depois de algum tempo, porém, quando já estava de volta a minha casa, recebi no meu e-mail em anexo uma foto dela, totalmente nua, com uma escrita simples.

“Obrigada, era o seu aniversario e eu ganhei o presente ” .
Jamais esquecerei aquela noite.

O sorriso se alargou em meus lábios, isto era um novo convite?

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